Gestão da Instituição Espírita

 

“A condição absoluta de vitalidade para toda reunião ou associação, qualquer que seja o seu objetivo, é a homogeneidade, isto é, a unidade de vistas, de princípios e de sentimentos, a tendência para um mesmo fim determinado, numa palavra: a comunhão de ideias.” (ALLAN KARDEC, OBRAS PÓSTUMAS - CONSTITUIÇÃO DO ESPIRITISMO - § VIII — DO PROGRAMA DAS CRENÇAS).

"(...) Hoje, que o trabalho de elaboração se acha concluído, no que concerne às questões fundamentais; que estabelecidos se encontram os princípios gerais da Ciência, a direção, de individual que houve de ser em começo, tem que se tornar coletiva, primeiramente, porque um momento há de vir em que o seu peso excederá as forças de um homem e, em segundo lugar, porque maior garantia apresenta um conjunto de indivíduos, a cada um dos quais caiba apenas um voto e que nada podem sem o concurso mútuo, do que um só indivíduo, capaz de abusar da sua autoridade e de querer que predominem as suas idéias pessoais." (ALLAN KARDEC, OBRAS PÓSTUMAS - CONSTITUIÇÃO DO ESPIRITISMO - § IVI — COMISSÃO CENTRAL).

As diretrizes propostas por Allan Kardec em “Obras Póstumas” se encontram alinhadas com as atuais tendências em gestão. A comunhão de ideias necessita ser construída pela alma coletiva da instituição, formada pelo grupo de trabalhadores comprometidos com o Mestre Jesus.